Conto | 9 Meses
9 meses de uma doce espera, 9 meses habitados pela alegria, pelo desconhecido, pela ansiedade! 9 cenas sensíveis e poéticas para uma declaração de amor em 3 dimensões.
9 meses de uma doce espera, 9 meses habitados pela alegria, pelo desconhecido, pela ansiedade! 9 cenas sensíveis e poéticas para uma declaração de amor em 3 dimensões.
O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas. Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa.
Luísa Costa Gomes reaviva a história de Mary Read, a mulher-pirata. A vida de Mary Read lê-se como um romance de acção e aventura para todas as idades. Escrito com simplicidade e humor, A Pirata acompanha as etapas da curta vida desta mulher que nasceu em Inglaterra nos finais do século XVII.
Neste momento, somos nós que estamos a escrever à História do nosso país e são as nossas ações e conquistas que vão marcar o seu rumo e o que vai ser contado nas próximas gerações
Trouxeram o corpo de S. Vicente de barco para Lisboa e durante toda a viagem foram acompanhados por dois corvos, cuja imagem ainda hoje figura nas armas de Lisboa em testemunho desta história extraordinária.
Este poema foi publicado no seu livro Mensagem.
O grande Homero às vezes dormitava, garante Horácio. Outros poetas dão-se a uma sesta, de vez em quando, com prejuízo da toada e da eloquência do discurso. Mas, infelizmente, não são apenas os poetas que se deixam dormitar. Os deuses também.
O nome de Homero (gr. Ὅμηρος), o mais antigo e respeitado poeta da Grécia Antiga, está vinculado há mais de 2.600 anos à Ilíada e à Odisseia. Não há nenhuma evidência, no entanto, de que ele tenha realmente existido ou de que tenha escrito qualquer uma dessas duas epopeias, tradicionalmente chamadas de poemas homéricos.
Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta, filósofo e escritor português. Fernando Pessoa é o mais universal poeta português.
Cântico Negro é considerado um poema-manifesto pois dentro dele há elementos comuns da poética de José Régio.
Esta preciosa miniatura literária não se contenta em flagrar uma batalha íntima, como burila esse flagrante com uma série de invenções felizes, desde o paralelo entre “não posso viver comigo” e “não posso fugir de mim”, até a rima entre “comigo” e “imigo”, forma sincopada da palavra “inimigo”.
Gianni Rodari nasceu na Itália, em 1920. Foi professor de crianças, poeta, jornalista e escritor. Dedicou às crianças quinze livros. Em 1970, recebeu o Grande Prêmio Internacional Hans Christian, destinado a autores de literatura infantil. Algumas de suas obras: O livro dos porquês, Histórias ao telefone, A gramática da fantasia. Faleceu em Roma, Itália, em 1980.
É uma obra poética muito imaginativa e divertida ilustrada por Abigail Ascenso. Contém 28 poesias sobre acontecimentos históricos, sobre a guerra, a solidão e sobre situações do dia-a-dia.
Em 1981 ainda não havia telemóveis e ninguém pensava nestas coisas de duetos improváveis, mas o certo é que os verdadeiros artistas estão sempre actuais, e, tanto Amália como Paião nunca brincaram em serviço. A leitura que se faz hoje em dia deste máxi-single não é certamente a mesma que a Grande Fadista recebeu em 1981 face ao desconforto de cantar um Fado Canção composto por um jovem artista com predilecção para espectáculos de variedades e festivais.
Não precisaríamos deste poema para concluirmos que a realidade do Homem é uma realidade de fundo do mar.
Neste poema o autor pretende, através do exemplo do capim, mostrar a força dos que são explorados. É certo que, por vezes, as forças lhes começam a faltar, no entanto, existirá sempre uma oportunidade, e quando ela chega eles agarram-na e conseguem a sua liberdade
O poema Trem de ferro foi escrito em 1936 e é dos mais consagrados trabalhos do poeta modernista Manuel Bandeira (1886-1968).
Com muito ritmo e musicalidade, os versos marcados pela oralidade são o retrato de uma época do Brasil.
Com elas comunicamos e pensamos. São as palavras. Alguém decidiu limpá-las para as manter apresentáveis. “Raspar-lhes a sujidade dos dias e do mau uso”, escreve Álvaro Magalhães, que inventou uma profissão: o limpa-palavras.
Um texto cheio de lirismo de Agnès de Lestrade, ilustrado com talento por Valeria Docampo. Uma ode à magia das palavras em uma linda história de amor.
“No dia em que começou a escola, apaixonei-me”. Intensa e comovente a história do menino que se apaixona, pela primeira vez.