Vídeo: Dia Internacional do Piquenique
18 de junho – Dia Internacional do Piquenique!
18 de junho – Dia Internacional do Piquenique!
Uma coletânea de poemas, muito divertidos, quer para crianças quer para adultos.
A felicidade é muito mais simples do que aquilo que podemos imaginar ou procurar!
Letra e música de Na Terra Dos Sonhos de Jorge Palma.
Pedra Filosofal é um poema do poeta António Gedeão, publicado no livro Movimento Perpétuo, em 1956. Aproveitando a musicalidade do poema, Manuel Freire apresenta em 1970 o poema musicado, que, pelas suas características rapidamente se tornou num hino e numa bandeira da resistência contra a ditadura.
Viagem
Aparelhei o barco da ilusão
E reforcei a fé no marinheiro.
Era longe o meu sonho, e traiçoeiro
O mar…
( Só nos é concedida
Esta vida
Que temos;
E é nela que é preciso
Procurar
O velho paraíso
Que perdemos).
Prestes, larguei a vela
E disse adeus ao cais, à paz tolhida.
Desmedida,
A revolta imensidão
Transforma dia a dia a embarcação
Numa errante e alada sepultura…
Mas corto as ondas sem desanimar.
Em qualquer aventura,
O que importa é partir, não é chegar.
Miguel Torga
Este poema representa o percurso de vida do Homem. Não importa o destino, apenas importa
partir, ir à aventura, ir à procura do “velho paraíso” perdido, do tempo em que era feliz. A vida
do homem é feita de esperança, de ilusão e de uma procura incessante. O Homem procura incessantemente essa ilusão e tem esperança de a alcançar.
O Meu Coração da premiada ilustradora americana Corinna Luyken, autora de O Livro dos Erros, é um livro que com delicadeza e imaginação, aborda as oscilações dos nossos estados de alma, levando-nos a pensar na importância do amor por nós próprios e pelos outros.
A escrita de Maria Isabel César Anjo e a ilustração de Maria Keil. Um hino à natureza e à infância.
Clica na imagem para descobrir a solução.
Era uma vez coisas que se tornaram outras, quase sempre maiores do que o haviam – ou podiam ter – sonhado: “uma semente de trigo que um dia se descobriu pão”; “um pedaço de barro que um dia se descobriu cântaro”; “uma menina que um dia se descobriu mãe”.
A vida das árvores é vagarosa, com um tempo diferente do nosso, e quando damos por isso já caiu uma folha, nasceu uma maçã ou cresceu mais um ramo. Ou uma semente voou para longe, como escreveu Isabel Minhós Martins num livro ilustrado por Yara Kono.
15 de junho – Dia Mundial do Vento!
Alguns momentos dos clássicos mais especiais do Cirque du Soleil.
Um livro com ilustrações maravilhosas, onde o leitor a cada página, revê a sua história de construção pessoal, através dos seus relacionamentos diários.
Este livro leva-nos a conhecer a casa da poesia numa viagem de descoberta muito doce e interessante. José Jorge Letria cativa miúdos e graúdos com estes versos cheios de mel.
O Oceanário de Lisboa, é um aquário público e instituição de pesquisa sobre Biologia marinha e Oceanografia.
É uma obra poética muito imaginativa e divertida ilustrada por Abigail Ascenso. Contém 28 poesias sobre acontecimentos históricos, sobre a guerra, a solidão e sobre situações do dia-a-dia.
Quando era pequena a Luísa Dacosta gostava muito de ver as histórias dos robertos, um tipo de marioneta tradicional que consegue alegrar qualquer peça de teatro com algumas pauladas e diabruras. Essa memória querida da infância é aqui partilhada pela escritora.
Livro publicado nos anos 60 A Menina Gotinha de Água foi repetidamente reeditado ao longo dos anos, contou nas várias edições com ilustrações diversas. Vemos o ciclo da água, no essencial que representa em toda a vida, partindo do mar para até ele novamente regressar, numa exaltação da natureza.
Nestas pequenas histórias, marcadas pelo ritmo das palavras e pela existência de padrões, a matemática funciona como uma espécie de mote para a autora se divertir e divertir todos os leitores.