Poema | Não Vale a Pena Pisar

Neste poema o autor pretende, através do exemplo do capim, mostrar a força dos que são explorados. É certo que, por vezes, as forças lhes começam a faltar, no entanto, existirá sempre uma oportunidade, e quando ela chega eles agarram-na e conseguem a sua liberdade

Poema | Trem de Ferro

O poema Trem de ferro foi escrito em 1936 e é dos mais consagrados trabalhos do poeta modernista Manuel Bandeira (1886-1968).
Com muito ritmo e musicalidade, os versos marcados pela oralidade são o retrato de uma época do Brasil.

Poema | O Limpa-Palavras

Com elas comunicamos e pensamos. São as palavras. Alguém decidiu limpá-las para as manter apresentáveis. “Raspar-lhes a sujidade dos dias e do mau uso”, escreve Álvaro Magalhães, que inventou uma profissão: o limpa-palavras.

Poema | As Naus de Verde Pinho

As naus de verde pinho, escritas por Manuel Alegre e ilustradas pelo seu filho, trazem-nos um dos episódios mais marcantes dos nossos Descobrimentos – a dobragem do Cabo das Tormentas.

Poema | A Nau Catrineta

O poema narra as desventuras dos tripulantes durante a longa travessia marítima – os mantimentos que esgotaram, a presença de tentação diabólica e afinal, a intervenção divina, que leva esse navio a seu destino.

Poema: A Triste História do Zero Poeta

Pequeno livro de desmatemática conta com a polissemia da palavra ‘contar’ para levar a lógica abstracta e científica da matemática para o universo narrativo, em verso e em prosa.

Poema | Mistérios da Escrita

O “mistério da escrita” consiste em acreditar que se pode desenvolver um tema a partir da escolha de um nome e aplicando uma estrutura idêntica à do poema de Álvaro Magalhães.
Esta técnica baseia-se também na nossa capacidade em formar campos lexicais.