Conto | Robertices

Quando era pequena a Luísa Dacosta gostava muito de ver as histórias dos robertos, um tipo de marioneta tradicional que consegue alegrar qualquer peça de teatro com algumas pauladas e diabruras. Essa memória querida da infância é aqui partilhada pela escritora.

Conto | A Menina Gotinha de Água

Livro publicado nos anos 60 A Menina Gotinha de Água foi repetidamente reeditado ao longo dos anos, contou nas várias edições com ilustrações diversas. Vemos o ciclo da água, no essencial que representa em toda a vida, partindo do mar para até ele novamente regressar, numa exaltação da natureza.

Livro: Tantos Animais e Outras Lengalengas de Contar

Nestas pequenas histórias, marcadas pelo ritmo das palavras e pela existência de padrões, a matemática funciona como uma espécie de mote para a autora se divertir e divertir todos os leitores.

Conto | Auto da Barca do Inferno

O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas. Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa.

Conto | A Pirata

Luísa Costa Gomes reaviva a história de Mary Read, a mulher-pirata. A vida de Mary Read lê-se como um romance de acção e aventura para todas as idades. Escrito com simplicidade e humor, A Pirata acompanha as etapas da curta vida desta mulher que nasceu em Inglaterra nos finais do século XVII.

Lenda | A Lenda de São Vicente

Trouxeram o corpo de S. Vicente de barco para Lisboa e durante toda a viagem foram acompanhados por dois corvos, cuja imagem ainda hoje figura nas armas de Lisboa em testemunho desta história extraordinária.

Conto | A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho

O grande Homero às vezes dormitava, garante Horácio. Outros poetas dão-se a uma sesta, de vez em quando, com prejuízo da toada e da eloquência do discurso. Mas, infelizmente, não são apenas os poetas que se deixam dormitar. Os deuses também.

Poema | Odisseia de Homero

O nome de Homero (gr. Ὅμηρος), o mais antigo e respeitado poeta da Grécia Antiga, está vinculado há mais de 2.600 anos à Ilíada e à Odisseia. Não há nenhuma evidência, no entanto, de que ele tenha realmente existido ou de que tenha escrito qualquer uma dessas duas epopeias, tradicionalmente chamadas de poemas homéricos.

Poema | Comigo me Desavim

Esta preciosa miniatura literária não se contenta em flagrar uma batalha íntima, como burila esse flagrante com uma série de invenções felizes, desde o paralelo entre “não posso viver comigo” e “não posso fugir de mim”, até a rima entre “comigo” e “imigo”, forma sincopada da palavra “inimigo”.

Conto | O Jovem Caranguejo

Gianni Rodari nasceu na Itália, em 1920. Foi professor de crianças, poeta, jornalista e escritor. Dedicou às crianças quinze livros. Em 1970, recebeu o Grande Prêmio Internacional Hans Christian, destinado a autores de literatura infantil. Algumas de suas obras: O livro dos porquês, Histórias ao telefone, A gramática da fantasia. Faleceu em Roma, Itália, em 1980.

Poema | O Computador

É uma obra poética muito imaginativa e divertida ilustrada por Abigail Ascenso. Contém 28 poesias sobre acontecimentos históricos, sobre a guerra, a solidão e sobre situações do dia-a-dia.

Poema | Senhor Extraterrestre

Em 1981 ainda não havia telemóveis e ninguém pensava nestas coisas de duetos improváveis, mas o certo é que os verdadeiros artistas estão sempre actuais, e, tanto Amália como Paião nunca brincaram em serviço. A leitura que se faz hoje em dia deste máxi-single não é certamente a mesma que a Grande Fadista recebeu em 1981 face ao desconforto de cantar um Fado Canção composto por um jovem artista com predilecção para espectáculos de variedades e festivais.

Poema | Não Vale a Pena Pisar

Neste poema o autor pretende, através do exemplo do capim, mostrar a força dos que são explorados. É certo que, por vezes, as forças lhes começam a faltar, no entanto, existirá sempre uma oportunidade, e quando ela chega eles agarram-na e conseguem a sua liberdade

Poema | Trem de Ferro

O poema Trem de ferro foi escrito em 1936 e é dos mais consagrados trabalhos do poeta modernista Manuel Bandeira (1886-1968).
Com muito ritmo e musicalidade, os versos marcados pela oralidade são o retrato de uma época do Brasil.