Conto | Cem Sementes que Voaram

A vida das árvores é vagarosa, com um tempo diferente do nosso, e quando damos por isso já caiu uma folha, nasceu uma maçã ou cresceu mais um ramo. Ou uma semente voou para longe, como escreveu Isabel Minhós Martins num livro ilustrado por Yara Kono.

Conto | Robertices

Quando era pequena a Luísa Dacosta gostava muito de ver as histórias dos robertos, um tipo de marioneta tradicional que consegue alegrar qualquer peça de teatro com algumas pauladas e diabruras. Essa memória querida da infância é aqui partilhada pela escritora.

Conto | A Menina Gotinha de Água

Livro publicado nos anos 60 A Menina Gotinha de Água foi repetidamente reeditado ao longo dos anos, contou nas várias edições com ilustrações diversas. Vemos o ciclo da água, no essencial que representa em toda a vida, partindo do mar para até ele novamente regressar, numa exaltação da natureza.

Livro: Tantos Animais e Outras Lengalengas de Contar

Nestas pequenas histórias, marcadas pelo ritmo das palavras e pela existência de padrões, a matemática funciona como uma espécie de mote para a autora se divertir e divertir todos os leitores.

Conto | Auto da Barca do Inferno

O Auto da Barca do Inferno é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas. Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa.

Conto | A Pirata

Luísa Costa Gomes reaviva a história de Mary Read, a mulher-pirata. A vida de Mary Read lê-se como um romance de acção e aventura para todas as idades. Escrito com simplicidade e humor, A Pirata acompanha as etapas da curta vida desta mulher que nasceu em Inglaterra nos finais do século XVII.

Lenda | A Lenda de São Vicente

Trouxeram o corpo de S. Vicente de barco para Lisboa e durante toda a viagem foram acompanhados por dois corvos, cuja imagem ainda hoje figura nas armas de Lisboa em testemunho desta história extraordinária.

Conto | A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho

O grande Homero às vezes dormitava, garante Horácio. Outros poetas dão-se a uma sesta, de vez em quando, com prejuízo da toada e da eloquência do discurso. Mas, infelizmente, não são apenas os poetas que se deixam dormitar. Os deuses também.

Poema | Odisseia de Homero

O nome de Homero (gr. Ὅμηρος), o mais antigo e respeitado poeta da Grécia Antiga, está vinculado há mais de 2.600 anos à Ilíada e à Odisseia. Não há nenhuma evidência, no entanto, de que ele tenha realmente existido ou de que tenha escrito qualquer uma dessas duas epopeias, tradicionalmente chamadas de poemas homéricos.

Poema | Comigo me Desavim

Esta preciosa miniatura literária não se contenta em flagrar uma batalha íntima, como burila esse flagrante com uma série de invenções felizes, desde o paralelo entre “não posso viver comigo” e “não posso fugir de mim”, até a rima entre “comigo” e “imigo”, forma sincopada da palavra “inimigo”.

Conto | O Jovem Caranguejo

Gianni Rodari nasceu na Itália, em 1920. Foi professor de crianças, poeta, jornalista e escritor. Dedicou às crianças quinze livros. Em 1970, recebeu o Grande Prêmio Internacional Hans Christian, destinado a autores de literatura infantil. Algumas de suas obras: O livro dos porquês, Histórias ao telefone, A gramática da fantasia. Faleceu em Roma, Itália, em 1980.

Poema | O Computador

É uma obra poética muito imaginativa e divertida ilustrada por Abigail Ascenso. Contém 28 poesias sobre acontecimentos históricos, sobre a guerra, a solidão e sobre situações do dia-a-dia.

Poema | Senhor Extraterrestre

Em 1981 ainda não havia telemóveis e ninguém pensava nestas coisas de duetos improváveis, mas o certo é que os verdadeiros artistas estão sempre actuais, e, tanto Amália como Paião nunca brincaram em serviço. A leitura que se faz hoje em dia deste máxi-single não é certamente a mesma que a Grande Fadista recebeu em 1981 face ao desconforto de cantar um Fado Canção composto por um jovem artista com predilecção para espectáculos de variedades e festivais.