Ciências Naturais 7º ano | Manual ADN 7 (Asa Editora)


Resumo da matéria e exercícios de ciências naturais do 7º ano de acordo com o manual escolar ADN 7, da Asa Editora.

Realizado por Luis Carrilho, não por IA!


Unidade 1. Dinâmica externa da Terra

Paisagem geológica
  • paisagem natural cujas características se relacionam com as rochas que as constituem e com os agentes de geodinâmica externa que nelas atuam
Exemplos de agentes de geodinâmica externa
  • água
  • gravidade
  • variação da temperatura
  • vento
  • seres vivos
Tipos de rochas
  • sedimentares
  • magmáticas
  • metamórficas
Rochas
  • materiais naturais constituídos por um ou vários minerais
Mineral
  • substância sólida
  • natural
  • inorgânica (não sintetizada por seres vivos)
  • com composição química definida (ou ligeiramente variável)
  • com estrutura cristalina
Propriedades dos minerais
  • cor
  • traço (ou risca)
  • brilho
  • clivagem/ fratura
  • dureza
Cor
  • cor visível do mineral
  • tem pouco valor classificativo porque há materiais que podem apresentar cores diferentes
Traço (ou risca)
  • cor do mineral reduzido a pó (geralmente desliza-se o mineral sobre uma placa de porcelana)
  • tem maior valor classificativo porque o mesmo mineral tem sempre o mesmo traço
  • a cor do traço pode ser diferente da cor do mineral
Brilho
  • reflexo da luz no mineral
  • pode ser metálico ou não metálico (gorduroso ou vítreo)
Clivagem ou fratura
  • forma como o material se parte
    • apresenta clivagem se origina superfícies planas
    • apresenta fratura se parte de forma irregular
Dureza
  • resistência de um mineral a ser riscado
Como se mede a dureza de um material
  • os minerais são riscados por materiais com dureza superior, por isso utilizam-se outros minerais, como os da escala de Mohs, ou outros materiais que servem de referência na determinação da dureza de um mineral
Propriedades específicas de alguns minerais
  • a halite sabe a sal (sabor)
  • a autunite emite luz quando submetida a luz ultravioleta (fluorescência)
  • a magnetite atrai os ímanes (magnetismo)
  • a calcite reage com os ácidos (efervescência)
Ação dos agentes de geodinâmica externa
  • alteram as rochas expostas à superfície, modelando assim as paisagens
Ação da água nas rochas
  • a ondulação das ondas, o movimento da água nos rios, a ação da chuva, de glaciares e sucessivas mudanças de estado físico (sólido/líquido) desgastam e fraturam as rochas
  • remove e transporta fragmentos rochosos
  • dissolve e altera minerais das rochas
Ação do vento
  • transporta partículas rochosas soltas
  • desgasta rochas através do choque das partículas que transporta com afloramentos rochosos
Ação dos seres vivos
  • as raízes das plantas e a deslocação dos animais provocam a fragmentação e desagregação das rochas
  • o ser humano altera a paisagem de forma mais profunda através da exploração mineira, agricultura e da construção de estradas e habitações
Ação da temperatura
  • a variação da temperatura provoca ciclos de dilatação-contração nas rochas que causam a sua fraturação e desagregação.
Rochas sedimentares
  • formam-se à superfície, ou perto desta, através de sedimentos
Tipos de sedimentos
  • detritos resultantes da fragmentação de rochas preexistentes
  • restos de materiais orgânicos (de seres vivos)
  • materiais resultantes de precipitação química (formação de um sólido a partir de substâncias dissolvidas na água)
Etapas e processos de formação de rochas sedimentares a partir de outras rochas
  • sedimentogénese
    • meteorização
    • erosão
    • transporte
    • sedimentação
  • diagénese
    • compactação
    • cimentação
Sedimentogénese
  • formação e acumulação de sedimentos
Processos de sedimentogénese
  • meteorização
    • alterações químicas e físicas das rochas que provocam a sua fragmentação
  • erosão
    • remoção dos fragmentos rochosos (detritos)
  • transporte
    • deslocação dos detritos
  • sedimentação
    • acumulação dos detritos (sedimentos) em estratos (camadas horizontais)
Diagénese
  • transformação de sedimentos soltos em rochas consolidadas
Processos de diagénese
  • compactação
    • redução dos espaços vazios e perda de água pela pressão dos estratos acima
  • cimentação
    • precipitação de substâncias da água que cria um cimento que liga os sedimentos
Forma como os detritos se deslocam num rio
  • detritos mais pequenos → suspensão
  • detritos intermédio → saltação
  • detritos mais pesados → rolamento
Relação entre a distância à nascente e a capacidade de transporte de um rio
  • junto à nascente → maior energia e maior declive → maior capacidade de transporte de sedimentos
  • junto à foz → menor energia, menor declive → ocorre a deposição dos sedimentos (primeiro os mais pesados, os mais finos percorrem distâncias maiores)
Tipos de rochas sedimentares
  • rochas detríticas
    • não consolidadas
    • consolidadas
  • rochas quimiogénicas
  • rochas biogénicas
Rochas sedimentares detríticas
  • formam-se a partir de fragmentos de rochas preexistentes (detritos)
Diferença entre rochas detríticas não consolidadas e consolidadas
  • rochas detríticas não consolidadas → formadas por sedimentos soltos (sem diagénese)
  • rochas detríticas consolidadas → formadas por sedimentos ligados (com diagénese)
Exemplos de rochas sedimentares detríticas não consolidadas
  • argila
    • formada por grãos muito finos
  • areia
    • formada por grãos finos mais maiores que os da argila
  • balastros
    • grãos de tamanho superior aos dos da areia
Exemplos de rochas sedimentares detríticas consolidadas
  • argilito
    • forma-se a partir de argila
  • arenito
    • forma-se a partir da areia
  • conglomerado
    • forma-se a partir de balastros arredondados
  • brecha
    • forma-se a partir de balastros anguloso
Rochas sedimentares quimiogénicas
  • formam-se pela precipitação de constituintes dissolvidos em água
Exemplos de rochas sedimentares quimiogénicas
  • calcário
    • formado pela precipitação de calcite (carbonato de cálcio)
  • sal-gema
    • formado pela precipitação de halite (cloreto de sódio)
  • gesso
    • formado pela precipitação de sulfato de cálcio
Evaporitos
  • rochas sedimentares quimiogénicas que se formam através da evaporação da água do mar ou lagos salgados (como o sal-gema e o gesso)
Rochas sedimentares biogénicas
  • formam-se a partir de restos de seres vivos
Exemplos de rochas sedimentares biogénicas
  • calcário recifal → formado por corais
  • calcário conquífero → formado por conchas
  • carvão → formado a partir de restos de plantas
Dunas
  • areias que são transportadas e acumuladas pelo vento
Arribas ou falésias
  • paredes de rocha quase verticais formadas pela erosão da ação da água do mar e das chuvas
Paisagens cársicas
  • apresentam à superfície e em profundidade estruturas típicas resultantes da ação química da água da chuva sobre calcários devido à sua acidez (originada pela sua reação com dióxido de carbono da atmosfera)
    • campos de lapiás
      • sulcos profundos, à superfície
    • algares
      • poços profundos
    • grutas
      • cavidades em profundidade

Unidade 2. Estrutura e dinâmica interna da Terra

Unidade 3. Consequências da dinâmica interna da Terra

   

Sismo (ou tremor de terra)
⤷ movimento vibratório da litosfera provocado pela libertação de energia

Causas dos sismos
⤷ vulcanismo
⤷ deslizamento de terras
⤷ abatimento de grutas
⤷ atividades humanas
⤷ movimentos tectónicos (principal causa)

Hipocentro (ou foco sísmico)
⤷ local no interior da Terra onde ocorre a libertação de energia

Epicentro
⤷ local à superfície, na vertical do hipocentro, onde os efeitos do sismo são sentidos com maior intensidade

Ondas sísmicas
⤷ forma como a energia se propaga
⤷ à medida que se afasta do hipocentro perdem energia

Abalos premonitórios
⤷ sismos de menor energia que antecedem um sismo forte

Réplicas
⤷ sismos de menor energia que ocorrem depois de um sismo forte

Tsunami
⤷ ondas gigantes causadas por maremotos

 

Sismógrafo
⤷ aparelho que deteta ondas sísmicas

Sismograma
⤷ gráfico produzido pelo sismógrafo

Informações fornecidas por um sismograma
⤷ localização exata do hipocentro e do epicentro
⤷ energia libertada
⤷ duração do sismo

 

Escalas de medição de um sismo
⤷ escala de Richter → mede a magnitude (energia)
⤷ escala Macrossísmica Europeia → mede a intensidade (efeitos)

Escala de Richter
⤷ escala aberta, sem limite superior
⤷ baseia-se no estudo dos sismogramas
⤷ objetiva, pois é independente do observador e do local

Escala Macrossísmica Europeia
⤷ escala fechada, de grau I a grau XII
⤷ baseia-se em inquéritos à população e na avaliação dos estragos
⤷ subjectiva, pois dependente do observador e das infraestruturas do local
⤷ representa-se através de cartas de isossistas

Isossistas
⤷ linhas curvas que delimitam zonas de igual intensidade sísmica

 

Risco sísmico
⤷ perdas, materiais e humanas, esperadas numa região em caso de sismo

Carta de isossistas
⤷ permite localizar o epicentro e as zonas mais afetadas

Mapas de intensidade sísmica máxima
⤷ permite conhecer o risco sísmico de uma região

 

Efeitos dos sismos
⤷ queda de objetos
⤷ fissuras nas estradas
⤷ deslizamento de terrenos
⤷ destruição de infraestruturas
⤷ feridos e mortes

Fatores dos efeitos dos sismos
⤷ tipo e qualidade das construções
⤷ formas de relevo
⤷ densidade populacional
⤷ preparação das populações

Prevenção antissísmica
⤷ estudo geológico dos terrenos
⤷ construção antissísmica
⤷ barreira anti-tsunamis e sistema de alerta
⤷ educação e sensibilização das populações

O que fazer antes de um sismo
⤷ saber desligar a eletricidade e cortar a água e o gás de casa
⤷ ter um kit de emergência com estojo de primeiros socorros, lanterna, rádio portátil e pilhas
⤷ armazenar alimentos enlatados e água
⤷ fixar estantes e colocar objetos volumosos e mais pesados no chão ou em prateleiras mais baixas

O que fazer durante um sismo
⤷ em casa, abrigar no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa ou cama
⤷ não utilizar elevadores
⤷ ajoelhar e cobrir a cabeça com as mãos
⤷ na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água

O que fazer depois de um sismo
⤷ manter a calma e estar preparado para réplicas
⤷ desligar a água e cortar a eletricidade e o gás
⤷ não acender fósforos, isqueiros e não fumar
⤷ ligar o rádio e estar atento às indicações dadas pelas entidades de segurança

 

Relação entre a dinâmica interna da Terra e a localização dos sismos e dos vulcões
⤷ a maior parte dos sismos e dos vulcões ocorrem sobre os limites das placas tectónicas

Principais zonas sísmicas e de vulcanismo
⤷ Anel de Fogo do Pacífico
⤷ Região da Dorsal Médio-Atlântica
⤷Faixa mediterrânea

 

Movimento vibratório da litosfera provocado pela libertação de energia.

Vulcanismo, deslizamento de terras, abatimento de grutas, atividades humanas e movimentos tectónicos (principal causa).

Local no interior da Terra onde ocorre a libertação de energia.

Local à superfície, na vertical do hipocentro, onde os efeitos do sismo são sentidos com maior intensidade.

Através de ondas sísmicas.

Diminui.

Sismo com epicentro no fundo do mar.

Ondas gigantes causadas por maremotos.

Sismologia.

Sismólogo.

Sismógrafo.

Sismograma.

Abalos premonitórios.

Réplicas.

A magnitude (energia libertada pelo sismo).

A intensidade (efeitos dos sismos).

A escala de Richter é aberta, sem limite superior. A escala Macrossísmica Europeia é fechada,de grau I a XII.

Escala Macrossísmica Europeia.

Escala Macrossísmica Europeia.

Linhas que delimitam zonas de igual intensidade sísmica.

Dependente do observador e das infraestruturas do local.

Queda de objetos, fissuras nas estradas, deslizamento de terrenos, destruição de infraestruturas, feridos e mortes.

Tipo e qualidade das construções, formas de relevo, densidade populacional e preparação das populações.

Proximidade de limites de placas tectónicas (Africana, Euro-Asiática e Norte-Americana). No caso dos Açores, encontra-se no ponto de encontro dessas três placas.

De forma geral, aumenta de norte para sul.

Açores, Lisboa e Vale do Tejo, Litoral Alentejano e Costa Algarvia.

Cartas de isossistas de intensidades máximas e mapas de risco sísmico.

Na deteção precoce de sismos e de alerta rápido e na construção antissísmica.

Saber desligar a eletricidade e cortar a água e o gás de casa, ter um kit de emergência com estojo de primeiros socorros, lanterna, rádio portátil e pilhas, armazenar alimentos enlatados e água, fixar estantes e colocar objetos volumosos e mais pesados no chão ou em prateleiras mais baixas.

Em casa, abrigar no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa ou cama, não utilizar elevadores, ajoelhar e cobrir a cabeça com as mãos.
Na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água.

Manter a calma e estar preparado para réplicas, desligar a água e cortar a eletricidade e o gás, não acender fósforos ou isqueiros, não fumar, ligar o rádio e estar atento às indicações dadas pelas entidades de segurança.
Na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água.

Movimentos tectónicos.

A maior parte dos sismos e dos vulcões ocorrem sobre os limites das placas tectónicas.

Anel de Fogo do Pacífico, região média do Oceano Atlântico e região Mediterrânico-Asiática.

1.
Os sismos podem ocorrer devido a:Vulcanismo,deslizamento de terras, abatimento de grutas, atividades humanas(bombas, explosões subterrâneas etc…)e movimentos tectónicos (principal causa)

2. Abalos premonitórios – Sismo Principal – Réplicas

3.O hipocentro é o local no interior da terra que ocorre a libertação de energia e o epicentro é o local na vertical do hipocentro onde os efeitos do sismo acontece com maior intensidade

1.1 os tsunamis são ondas gigantes que são causadas por maremotos

1.2 Os tsunamis originam se no fundo mar

1.3 Os tsunamis formam se quando um sismo tem o seu epicentro no oceano e a energia propaga se para a água

1.4 As consequências desse tsunami são : muita devastação dos edifícios locais e mais de 230 000 mortes

1.5 As zonas que sofreriam mais consequências seriam as zonas litorais perto da costa

1.1 As isossistas são linhas curvas em torno do epicentro que delimitam zonas de igual intensidade

1.2 Ex.-Santarém e Azambuja

1.3 A intensidade máxima do sismo de 1531 é IX

1.4 O epicentro aproximado do sismo de 1909 é Benavente

1.5 Escala Macrossísmica Europeia

1.6 A razão é que como a escala avalia de acordo com as habitações como não existe habitações do mar não é possível ser avaliado

1.1 a) Demorou aproximadamente 7 segundos
b) Demorou aproximadamente 17 segundos

1.2 Foi a estação de Viseu porque foi registado o sismo primeiro

1.1 A avalanche foi provocada por um sismo

1.2 As consequências desta avalanche foram: parte dos acampamentos dos alpinistas ficaram completamente soterrados e centenas de pessoas de pequenas aldeias desapareceram

1.3 O estudo dos terrenos poderia ter prevenido desastres localizando zonas de possível derrocada

1.1 Ex.- o pêndulo antissísmico e paredes resistentes a fraturas

1.2 A vantagem da construção antissísmica é prevenção de mortes e feridos

1.1 Localizam-se na dorsal medio-atlântica

1.2 A localização dos sismos e dos vulcões normalmente está perto dos limites de placas

1.1 1-Epicentro
2-Falha geológica
3-Hipocentro
4- Ondas sísmicas

1.2 A)3
B)3
C)4
D)1
E)2

1.3 C)

2. Zonas de limites de placas

3.1 A) Tem
B) Não tem
C) Tem
D) Tem
E) Não tem
F) Tem
G) Não tem
H) Não tem

3.2 Depende da localização do aluno

3.3 a) Risco sísmico
b) falha
c) tsunami
d) sismogramas
e) isossistas

4. Quando ocorre um sismo numa falha geológica a libertação súbita de energia provoca ondas sísmicas

5.1 Destruição de 400 mil casas e 18 mil mortos

5.2 A magnitude deste sismo foi 9

5.3 Um tsunami forma-se com um sismo que tem o epicentro no mar

5.4.1 O governo japonês tomou estas medidas para prevenir catástrofes parecidas

5.4.2 A forma de minimizar a destruição de casas é construir construções antissísmicas

6.1 B)

6.2 C)

6.3 D)

6.4 A)

   

Unidade 4. A Terra conta a sua história

   
  • Fósseis
    • restos de antigos seres vivos ou vestígios da sua atividade
  • Fossilização
    • processo de formação de um fóssil
 
  • Conservação
    • preservação da matéria do ser vivo, parcial ou total, em materiais como a resina ou gelo
  • Moldagem
    • forma do ser vivo gravada nas rochas (molde interno ou externo)
  • Mineralização
    • substituição da matéria do ser vivo por minerais
 
  • Etapas de fossilização por mineralização
    • morte do ser vivo
    • partes duras do ser vivo resistem à decomposição
    • nível da água sobe e o corpo é coberto por sedimentos finos
    • substituição lenta da matéria do ser vivo por minerais
    • erosão das camadas superiores expõe à superfície o fóssil formado
  • Boas condições de fossilização
    • corpo com partes duras
    • cobertura rápida do corpo por sedimentos finos
    • baixa temperatura
    • falta de oxigénio
    • inexistência de decompositores e necrófagos
 
  • Paleontologia
    • ciência que estuda os fósseis
 
  • Contributos do estudo dos fósseis
    • reconstituição de espécies extintas
    • reconstituição do comportamento dos animais do passado
    • conhecimento como evoluíram as espécies até à atualidade
    • datação de rochas
    • reconstituição de ambientes do passado
  • Fósseis de idade
    • permitem datar rochas
    • viveram num curto período de tempo e tiveram uma ampla distribuição geográfica
    • trilobite → viveu no Paleozoico
    • amonite → viveu no Mesozoico
  • Fósseis de ambiente (ou de fácies)
    • permitem caracterizar paleoambientes
    • viveram em ambientes muito específicos
    • coral → viveu em águas pouco profundas e de temperaturas amenas
   
  • Tempo histórico
    • datação dos acontecimentos do passado em que o ser humano esteve envolvido
    • mede-se em anos, décadas, séculos ou milénios
  • Tempo geológico
    • intervalo de tempo desde a formação da Terra até à atualidade
    • mede-se, geralmente, em milhões de ano (Ma)
 
  • Datação relativa
    • datação de um acontecimento geológico em relação a outro
    • utiliza vários princípios estratigráficos
  • Princípio da horizontalidade original
    • os sedimentos depositam-se em estratos horizontais
  • Princípio da sobreposição
    • os estratos abaixo são os mais antigos
  • Princípio da interseção
    • uma estrutura geológica, como uma falha ou um filão, que atravessa um estrato é mais recente que este
  • Princípio da inclusão
    • fragmentos de uma rocha incorporados no interior de outra rocha diferente são mais antigos que a última
  • Princípio da identidade paleontológica
    • estratos com o mesmo tipo de fósseis são da mesma idade
 
  • Acontecimentos da história da Terra
    • formação de supercontinentes
    • períodos de glaciação
    • regressões e transgressões marinhas
    • grandes extinções
    • evolução biológica
 
  • Pré-Câmbrico
    • formação e diferenciação interna da Terra
    • formação de massas continentais
    • formação dos oceanos e da atmosfera primitiva
    • surgimento das primeiras forma de vida no mar
  • Era Paleozoica
    • formação da Pangeia
    • grande proliferação de invertebrados
    • surgimento dos primeiros vertebrados e plantas simples
    • surgimento de vida em meio terrestre
  • Era Mesozoica
    • fragmentação da Pangeia
    • evolução das aves a partir dos dinossauros
    • surgimento dos primeiros mamíferos e das plantas com flor
  • Era Cenozoica
    • continuação da evolução e diversificação de espécies
    • surgimento dos primeiros primatas e depois dos hominídeos

Unidade 5. Ciência geológica e sustentabilidade da vida na Terra

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