Ciências Naturais 7º ano | Manual 100% CN (Texto Editora)
Manual 100% CN 7
Resumo dos conteúdos e proposta de correção dos exercícios
Realizado por Luis Carrilho, não por IA!
- 1. Paisagens, rochas e minerais
- 2. Agentes de geodinâmica externa, modelação das paisagens e rochas sedimentares
- 3. Teoria da Deriva Continental
- 4. Fundos oceânicos e tectónica de placas
- 5. Deformação das rochas
- 6. Atividade vulcânica
- 7. Rochas magmáticas e rochas metamórficas
- 8. Formação, transformação e exploração das rochas
- 9. Atividade sísmica
- 10. Estrutura interna da Terra
DINÂMICA EXTERNA DA TERRA
1. Paisagens, rochas e minerais
1.1. Paisagem envolvente
Paisagem
⤷ extensão de território que pode ser observado num determinado local até à linha do horizonte, constituído por elementos naturais e/ou humanos
Paisagem geológica
⤷ paisagem cujo elemento predominante são as rochas
1.2. Rochas e minerais
Geologia
⤷ ciência que estuda a Terra (os seus materiais constituintes, a sua história e os processos que nela ocorrem)
Petrologia
⤷ ramo da Geologia que estuda as rochas
Tipos de rochas
⤷ magmáticas (plutónicas/ vulcânicas)
⤷ metamórficas
⤷ sedimentares
Rochas magmáticas plutónicas
⤷ formam-se a partir do magma no interior da Terra
⤷ granito e gabro
Rochas magmáticas vulcânicas
⤷ formam-se a partir do magma à superfície
⤷ basalto e riólito
Rochas metamórficas
⤷ formam-se a partir da alteração de rochas preexistentes devido à ação da temperatura e pressão elevadas no interior da Terra
⤷ xistos e quartzitos
Rochas sedimentares
⤷ formam-se a partir de sedimentos de rochas preexistentes
⤷ arenito e calcário
Principais constituintes das rochas
⤷ minerais
O granito é constituído pelos minerais feldspato, quartzo e micas (biotite e moscovite)
O basalto é constituído pelo mineral olivina
O calcário é constituído pelo mineral calcite
Minerologia
⤷ ciência que estuda os minerais
Mineral
⤷ substância sólida
⤷ natural, inorgânica
⤷ com composição química definida
⤷ com estrutura cristalina
Propriedades dos minerais
⤷ cor
⤷ traço
⤷ brilho
⤷ clivagem/ fratura
⤷ dureza
⤷ outras (sabor, cheiro, magnetismo e efervescência)
Cor
⤷ cor visível do mineral (esta propriedade tem pouco valor classificativo porque há materiais que podem apresentar cores diferentes)
⤷ a olivina tem cor verde mas o quartzo pode ter diversas cores
Traço (ou risca)
⤷ cor do mineral reduzido a pó (geralmente desliza-se o mineral sobre uma placa de porcelana e por vezes a cor do traço é diferente da cor do mineral)
⤷ a hemalite tem cor cinzenta mas a cor do seu traço é vermelho terroso
Brilho
⤷ reflexo da luz no mineral, pode ser metálico ou não metálico (nacarado ou vítreo)
⤷ cobre → brilho metálico (semelhante ao dos metais)
⤷ talco → brilho nacarado (semelhante ao das pérolas)
⤷ olivina → brilho vítreo (semelhante ao dos vidros)
Clivagem ou fratura
⤷ forma como o material se parte
⤷ moscovite → clivagem (origem superfícies planas)
⤷ quartzo → fratura (parte de forma irregular)
Dureza
⤷ resistência de um mineral a ser riscado (pode ser medida através da escala de Mohs)
⤷ os minerais que não são riscados pelo diamante têm dureza 10, o maior valor da escala de Mohs
Minerais riscados pela unha (dureza 2,5)
⤷ talco e gesso
Minerais riscados por uma moeda de cobre (dureza 3,5)
⤷ talco, gesso e calcite
Minerais riscados por vidro (dureza 5,5)
⤷ talco, gesso, calcite, fluorite e apatite
Minerais riscados por uma lima de aço (dureza 6,5)
⤷ talco, gesso, calcite, fluorite, apatite e feldspato
Propriedades específicas de alguns minerais
⤷ sabor ( a halite sabe a sal)
⤷ cheiro (o enxofre tem um cheiro típico)
⤷ magnetismo (a magnetite atrai os ímanes)
⤷ efervescência (a calcite reage com os ácidos)
2. Agentes de geodinâmica externa, modelação das paisagens e rochas sedimentares
2.1. Agentes de geodinâmica externas
Agentes de geodinâmica externa
⤷ atuam na modelação das paisagens e em várias etapas da formação das rochas sedimentares
⤷ água, vento, temperatura e seres vivos
Ação física da água
⤷ congela, aumenta de volume, exerce pressão e causa a fraturação das rochas
⤷ remove e transporta fragmentos rochosos
Ação química da água
⤷ reage com os minerais provocando a sua alteração
⤷ evapora e permite a precipitação de substâncias dissolvidas
Ação física do vento
⤷ transporta partículas rochosas soltas que ao chocarem com afloramentos rochosos causam desgaste e originam novas partículas rochosas
Ação física dos seres vivos
⤷fragmentação e desagregação causada pelas raízes das plantas e pelo escavamento e deslocação dos animais
Ação química dos seres vivos
⤷ libertação de substâncias para o meio que reagem com as rochas alterando a sua composição
2.2. Formação de rochas sedimentares
Processos de formação de rochas sedimentares
⤷ sedimentogénese
⤷ diagénese
Sedimentogénese
⤷ formação e acumulação de sedimentos
Etapas da sedimentogénese
⤷ meteorização
⤷ erosão
⤷ transporte
⤷ sedimentação
Meteorização
⤷ alterações químicas e físicas das rochas que provocam a sua fragmentação
Erosão
⤷ remoção dos fragmentos (sedimentos)
Transporte
⤷ deslocação dos sedimentos
Sedimentação
⤷ acumulação dos sedimentos em estratos ou quando ocorre a precipitação de substâncias dissolvidas na água
Diagénese
⤷ transformação de sedimentos soltos em rochas consolidadas
Etapas da diagénese
⤷ compactação
⤷ cimentação
Compactação
⤷ redução dos espaços vazios e perda de água pela pressão dos estratos acima
Cimentação
⤷ precipitação de substâncias da água que cria um cimento que liga os sedimentos
2.3. Tipos de rochas sedimentares
Rochas sedimentares detríticas (ou clásticas)
⤷ formam-se a partir de fragmentos de rochas preexistentes (detritos ou clastos)
Minerais mais comuns nas rochas sedimentares detríticas
⤷ quartzo (resistente à meteorização)
⤷ argila (resulta da alteração do granito)
Sedimentos junto à nascente de um rio
⤷ maiores e angulosos
Sedimentos junto à foz de um rio
⤷ finos e arredondados, pois sofreram maior desgaste ao longo do seu trajeto
Exemplos de rochas sedimentares detríticas
⤷ argilito (a partir de argila)
⤷ arenito (a partir da areia)
⤷ brecha (a partir de balastros angulosos)
⤷ conglomerado (a partir de balastros arredondados)
Rochas sedimentares biogénicas
⤷ formam-se a partir de restos de seres vivos
⤷ calcário recifal → formado por organismos recifais
⤷ calcário conquífero → formado por conchas
⤷ carvão → formado a partir de restos de plantas
Rochas sedimentares quimiogénicas
⤷ formam-se pela precipitação de constituintes dissolvidos em àgua
⤷ calcário → formado pela precipitação de calcite
⤷ sal-gema → formado pela precipitação de halite
⤷ gesso → formado pela precipitação do mineral com o mesmo nome
Notas
⤷ calcite (carbonato de cálcio)
⤷ halite ( clorito de sódio)
⤷ gesso ( sulfato de cálcio)
⤷ as rochas sedimentares quimiogénicas que se formam através da evaporação da água do mar ou lagos salgados designam-se evaporitos (como o sal-gema e o gesso)
Paisagens cársicas
⤷ apresentam à superfície e em profundidade estruturas típicas resultantes da ação química da água da chuva sobre calcários
⤷ campos de lapiás, dolinas, algares, grutas (com estalactites e estalagmites)
Ravinas
⤷ sulcos (fendas estreitas e compridas) produzidos em locais inclinados e pobres em vegetação pela ocorrência da água da chuva
Blocos pedunculados
⤷ estruturas rochosas com base mais estreita que a parte superior, que resultam da ação da água e do vento
⤷ o desgaste é maior na base pois as partículas maiores e mais pesadas, que causam mais desgaste, são transportadas mais junto ao solo
Praias e dunas
⤷ formam-se a partir da desagregação de rochas preexistentes que dão origem a areias que são transportadas e acumuladas pelo mar ou pelo vento
ESTRUTURA E DINÂMICA INTERNA DA TERRA
3. Teoria da Deriva Continental
3.1. Fundamentos da Teoria da Deriva Continental
Teoria da Deriva Continental (Alfred Wegener)
⤷ os continentes já estiveram unidos num só (Pangeia), rodeado por um único oceano (Pantalassa)
⤷ esse continente fragmentou-se originando a Laurássia e Gondwana, que por sua vez também se fragmentaram dando origem aos continentes atuais
⤷ os continentes deslocaram-se flutuando como icebergues, até às posições atuais
Justificação para o movimento dos continentes
⤷ força de rotação da Terra
⤷ movimento das marés
⤷ força de atração do Sol e da Lua
3.2 Teoria da Deriva Continetal – Argumentos a favor e contra
Argumentos morfológicos
⤷ os continentes encaixam-se uns nos outros como um puzzle
Argumentos paleontológicos
⤷ existência de fósseis da mesma idade em diferentes continentes
Argumentos geológicos
⤷ continuidades geológicas nos bordos dos continentes
Argumentos paleoclimáticos
⤷ existência de vestígios glaciares em zonas tropicais
Argumentos contra
⤷ a força de rotação da Terra e a força de atração do Sol e da Lua não são suficientes para provocar o movimento dos continentes
⤷ os materiais que constituem os continentes não permitem que eles flutuem sobre os fundos oceânicos
4. Fundos oceânicos e tectónica de placas
4.1 Morfologia dos fundos oceânicos
Plataforma continental
⤷ superfície relativamente plana e de pouca profundidade junto aos continentes
Talude continental
⤷ declive entre a plataforma continental e a planície abissal
Planície abissal
⤷ região plana de grande profundidade
Dorsal oceânica
⤷ cadeia montanhosa no meio do fundo oceânico
Rifte
⤷ vale situado na região central do dorsal oceânico, por onde é expelido magma (que leva à formação de novas rochas devido ao seu arrefecimento)
Fossa oceânica
⤷ depressão profunda e alongada
4.2 Idade e paleomagnetismo das rochas dos fundos oceânicos
Idade das rochas dos fundos oceânicos
⤷ quanto mais perto do recife, mais recentes são as rochas
Paleomagnetismo
⤷ a Terra tem um campo magnético e já sofreu várias inversões.
⤷ a direção do campo magnético fica preservada nas rochas devido à magnetite presente nos basaltos
Registo paleomagnético junto aos riftes
⤷ simétrico e paralelo em relação rifte
Relação entre idade das rochas e polaridade
⤷ rochas com a mesma idade apresentam a mesma polaridade
4.3 Expansão dos fundos oceânicos
Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos (Harry Hess)
⤷ os fundos oceânicos formam-se a partir dos riftes, crescendo simetricamente a partir deles
Como a Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos contraria a Teoria da Deriva Continental
⤷ a teoria de Harry Hess veio contrariar a ideia de Wegener de que apenas os continentes se movimentavam, flutuando sobre os oceanos
Tecnologia utilizada na exploração dos fundos oceânicos
⤷ veículo submarino autónomo
⤷ veículo operado remotamente
⤷ coletor de amostras de fundo
⤷ sonar
4.4 Teoria da Tectónica de Placas
Litosfera
⤷ camada mais superficial da Terra constituída por rochas sólidas e rígidas
Astenosfera
⤷ camada constituída por material em estado de fusão
Teoria da Tectónica de Placas
⤷ a litosfera encontra-se fragmentada em placas que se movem sobre a astenosfera
Justificação para o movimento das placas tectónicas
⤷ correntes de convecção originadas pelo calor interno da Terra
Como mantém a Terra o seu volume e massa
⤷ existe formação de litosfera nos riftes que é compensada pela destruição de litosfera nas zonas de subducção, onde se formam as fossas oceânicas
Limites divergentes
⤷ as placas afastam-se e forma-se litosfera
⤷ correspondem aos riftes
Exemplo de limite divergente
⤷ dorsal médio-atlântica
Limites convergentes
⤷ as placas chocam entre si e formam-se montanhas ou há destruição de litosfera nas zonas de subducção
Exemplo de limite convergente entre placas continentais
⤷ entre a placa Indo-Australiana e a Euro-Asiática
Exemplo de limite convergente entre placa continental e placa oceânica
⤷ entre a placa de Nazca e a Sul-Americana
Limites transformantes
⤷ as placas deslizam uma sobre a outra, sem formação ou destruição de litosfera
Exemplo de limite transformante
⤷ falha de Santo André
Fenómenos associados aos limites de placas tectónicas
⤷ vulcanismo
⤷ sismos
⤷ formação de relevo
5. Deformação das rochas
5.1 Ocorrência de falhas e dobras
Causa da deformação das rochas
⤷ forças tectónicas
Tipos de deformação das rochas
⤷ falhas
⤷ dobras
Falha
⤷ causada por forças compressivas, distensivas ou de cisalhamento (ou de desligamento)
⤷ surge em rochas com comportamento frágil
Tipos de falhas
⤷ normal
⤷ inversa
⤷ de desligamento
Falha normal
⤷ causada por forças distensivas
⤷ o teto desce em relação ao muro
Falha inversa
⤷ causada por forças compressivas
⤷ o teto sobe em relação ao muro
Falha de desligamento
⤷ causada por forças de cisalhamento
⤷ os blocos deslocam-se em sentidos opostos horizontalmente
Dobra
⤷ causada por forças compressivas
⤷ surge em rochas com comportamento dúctil
6. Atividade vulcânica
6.1 Vulcões
Vulcanismo primário (ou principal)
⤷ manifesta-se por erupções vulcânicas a partir de vulcões
Vulcão
⤷ abertura na superfície da Terra por onde são libertados materiais do interior da Terra
Tipos de vulcão
⤷ do tipo fissural
⤷ do tipo central
Vulcão do tipo fissural
⤷ os materiais são expelidos através de fendas à superfície
Vulcão do tipo central
⤷ os materiais são expelidos através de uma abertura quase circular no topo de um cone vulcânico
Constituição de um vulcão do tipo central
⤷ câmara magmática
⤷ chaminé
⤷ cratera
⤷ cone vulcânico
⤷ pode apresentar ainda chaminés, crateras e cones secundários
Vulcão submarino (ou subaquático)
⤷ os materiais são expelidos debaixo de água
Vulcão subaéreo (ou terrestre)
⤷ os materiais são expelidos fora de água
6.2 Materiais expelidos pelos vulcões
Materiais vulcânicos
⤷ gases
⤷ piroclastos (materiais sólidos)
⤷ lava (material parcialmente fundido)
Gases libertados numa erupção
⤷ vapor de água
⤷ dióxido de carbono
⤷ dióxido de enxofre
⤷ monóxido de carbono
Piroclastos por ordem crescente de tamanho
⤷ cinzas
⤷ lapíli (ou bagacina)
⤷ blocos
⤷ bombas
Diferença entre magma e lava
⤷ o magma é um material rochoso parcialmente fundido do interior da Terra constituído também por gases
⤷ a lava forma-se a partir do magma à superfície, tem uma constituição semelhante ao magma mas é mais pobre em gases e tem menor temperatura
Tipos de lava
⤷ escoriácea
⤷ encordoada
⤷ em almofada
Lava escoriácea
⤷ escorre lentamente por ser viscosa
⤷ apresenta superfície irregular quando consolida
Lava encordoada
⤷ escorre facilmente por ser fluida
⤷ apresenta aspeto de cordas quando consolida
Lava em almofada
⤷ arrefece e consolida dentro de água
⤷ apresenta aspeto de almofadas sobrepostas quando consolida
6.3 Tipos de atividade vulcânica
Atividade vulcânica explosiva
⤷ magma viscoso que retém muitos gases
⤷ libertação de gases e piroclastos com explosões
⤷ podem-se formar nuvens ardentes
Nuvem ardente
⤷ nuvem constituída por piroclastos e gases a elevadas temperaturas que descem rapidamente as encostas do vulcão, com elevado poder de destruição
Atividade vulcânica efusiva
⤷ magma fluido
⤷ gases libertados com facilidade, sem explosões e sem emissão de piroclastos
⤷ formação de escoadas de lava
Atividade vulcânica mista
⤷ alternância entre períodos explosivos e efusivos
Cone vulcânico resultante de atividade explosiva
⤷ alto, com vertentes inclinadas
⤷ formado essencialmente por piroclastos
Cone vulcânico resultante de atividade efusiva
⤷ baixo, com vertentes suaves
⤷ formado por lava consolidada
Cone vulcânico resultante de atividade mista
⤷ tamanho médio, com vertentes pouco inclinadas
⤷ formado por camadas alternadas de piroclastos e de lava consolidada
6.4 Vulcanismo secundário
Vulcanismo secundário
⤷ manifestações associadas à saída de água e gases de fendas no solo após erupções vulcânicas
Manifestações de vulcanismo secundário
⤷ nascentes termais
⤷ fumarolas
⤷ géiseres
Nascentes termais
⤷ fontes de água quente (água termal) rica em sais minerais
Fumarolas
⤷ libertação de vapor de água e outros gases através de aberturas no solo a temperaturas elevadas
Géiseres
⤷ jatos intermitentes de água muito quente
6.5 Vantagens e desvantagens do vulcanismo
Vantagens do vulcanismo
⤷ solos férteis para a agricultura e pecuária graças às cinzas
⤷ paisagens que favorecem o turismo
⤷ fontes termais com fins terapêuticos
⤷ depósitos minerais e rochas úteis para a indústria e construção civil
⤷ produção de energia (geotermia)
⤷ conhecimento sobre os materiais do interior da Terra
Desvantagens do vulcanismo
⤷ destruição
⤷ mortes e feridos
⤷ poluição
6.6 Previsão e minimização dos riscos do vulcanismo
Medidas de prevenção e minimização dos riscos vulcânicos
⤷ criação de mapas de risco vulcânico e planos de emergência
⤷ evacuação e construção de barreiras de terra em caso de perigo iminente
⤷ sensibilização da população
⤷ monitorização dos vulcões
Monitorização dos vulcões
⤷ deteção de ruídos subterrâneos
⤷ medição da temperatura do solo
⤷ análise da composição dos gases
⤷ registo da atividade sísmica
⤷ medição da inclinação do cone vulcânico para identificar deformações
7. Rochas magmáticas e rochas metamórficas
7.1 Formação das rochas magmáticas e das rochas metamórficas
Rochas magmáticas (ou ígneas)
⤷ formam-se a partir do arrefecimento e consolidação do magma ou lava
Tipos de rochas magmáticas
⤷ plutónicas (ou intrusivas)
⤷ vulcânicas (ou extrusivas)
Rochas magmáticas plutónicas
⤷ formam-se a partir do arrefecimento lento do magma em profundidade
Rochas magmáticas vulcânicas
⤷ formam-se a partir do arrefecimento rápido do magma ou lava à superfície ou perto desta
Textura das rochas magmáticas
⤷ granular (ou fanerítica)
⤷ agranular (ou afanítica)
⤷ vítrea
Textura granular
⤷ com cristais bem desenvolvidos e visíveis a olho nu
Textura agranular
⤷ com cristais muito pequenos e invisíveis a olho nu
Textura vítrea
⤷ sem cristais
Textura das rochas magmáticas plutónicas
⤷ granular → granito e gabro
Textura das rochas magmáticas vulcânicas
⤷ agranular → basalto e riólito
⤷ vítrea → obsidiana
Rochas metamórficas
⤷ formam-se a partir de todo o tipo de rochas sujeitas a altas pressões e altas temperaturas em profundidade e que sofreram alterações (metamorfismo)
Metamorfismo
⤷ alterações na textura e na composição química e mineralógica das rochas
Tipos de metamorfismo
⤷ de contacto
⤷ regional
Onde acontece o metamorfismo de contacto
⤷ auréola de metamorfismo (junto ao magma)
Principal fator de metamorfismo do metamorfismo de contacto
⤷ temperatura elevada
Onde acontece o metamorfismo regional
⤷ sobretudo nos limites convergentes de placas
Principais fatores de metamorfismo regional
⤷ pressão e temperaturas elevadas
Textura de rochas formadas por metamorfismo de contacto
⤷ não foliada
Textura de rochas formadas por metamorfismo regional
⤷ não foliada, se as pressões não forem dirigidas
⤷ foliada, se as pressões forem dirigidas
Textura foliada
⤷ materiais alinhados em planos paralelos
(perpendiculares à direção da pressáo)
Exemplos de rochas metamórficas sem foliação
⤷ mármore
⤷ quartzito
Exemplos de rochas metamórficas com foliação
⤷ xisto
⤷ gnaisse
Rochas que dão origem a rochas metamórficas sem foliação e tipo de metamorfismo
⤷ calcário → metamorfismo de contacto/ regional → mármore
⤷ arenito → metamorfismo de contacto/ regional → quartzito
Rochas que dão origem a rochas metamórficas com foliação e tipo de metamorfismo
⤷ argilito → metamorfismo regional → xisto
⤷ granito → metamorfismo regional → gnaisse
7.2 Identificação das rochas magmáticas e das rochas metamórficas
Granito
⤷ tem cor clara
⤷ textura granular
⤷ cristais de quartzo, feldspatos e micas (moscovite ou biotite)
Basalto
⤷ tem cor escura
⤷ textura agranular
⤷ pequenos cristais de olivina de cor verde
Quartzito
⤷ tem cor clara
⤷ não faz efervescência com ácido clorídrico
Mármore
⤷ tem cor clara
⤷ faz efervescência com ácido clorídrico
Xisto
⤷ tem cor escura
⤷ não faz efervescência com ácido clorídrico
7.3 Aspetos característicos de paisagens magmáticas e metamórficas
Paisagens magmáticas plutónicas
⤷ caos de blocos
⤷ rede de diáclases
⤷ areias graníticas
Como se forma a rede de diáclases
⤷ descompressão e fratura do granito à superfície
Como de formam os caos de blocos
⤷ a água que se acumula nas fraturas do granito (diáclases) pode congelar e causar a fratura da rocha em blocos
Areias graníticas
⤷ compostas pelos materiais mais resistentes do granito e pelos que resultaram da meteorização química dessa rocha
Paisagens magmáticas vulcânicas
⤷ cone vulcânico
⤷ caldeira vulcânica
⤷ algar vulcânico
⤷ gruta vulcânica
⤷ colunas prismáticas de basalto
⤷ nascentes termais
⤷ fumarolas
⤷ géiseres
Paisagens metamórficas
⤷ dobras no xisto
⤷ cristas quartzíticas
8. Formação, transformação e exploração das rochas
8.1 Ciclo das rochas
Fatores da dinâmica externa da Terra nas rochas
⤷ ação dos agentes de geodinâmica externa (água, vento e seres vivos)
⤷ temperatura e pressões baixas
Fatores da dinâmica interna da Terra nas rochas
⤷ forças devido ao movimento das placas tectónicas
⤷ temperaturas e pressões elevadas
Influência da dinâmica da Terra na transformação das rochas
⤷ as dinâmicas externa e interna da Terra contribuem para que as condições a que as rochas são sujeitas se alterem ao longo do tempo, fazendo com que se transformem continuamente, dando assim origem ao ciclo das rochas
Processos geológicos do ciclo das rochas
⤷ sedimentogénese
⤷ diagénese
⤷ afundamento
⤷ metamorfismo
⤷ fusão
⤷ consolidação
⤷ afloramento
Sedimentogénese
⤷ formação de sedimentos através da meteorização e erosão de rochas já existentes e posterior transporte e sedimentação
Diagénese
⤷ consolidação de uma rocha sedimentar a partir da compactação e cimentação de sedimentos
Afundamento
⤷ as rochas da superfície podem afundar para zonas profundas devido à pressão das camadas que se vão depositando acima e devido aos movimentos tectónicos
Metamorfismo
⤷ formação de rochas metamórficas através de alterações em rochas já existentes devido a altas temperaturas e pressões
Fusão
⤷ formação de magma quando as rochas passam para o estado líquido
Consolidação do magma ou lava
⤷ formação de rochas magmáticas, em profundidade ou à superfície
Afloramento
⤷ as rochas formadas em profundidade podem ficar expostas à superfície devido aos movimentos tectónicos e devido à erosão das camadas acima
Ação dos agentes de geodinâmica externa (água, vento e seres vivos), temperatura e pressões baixas.
Forças devido ao movimento das placas tectónicas, temperaturas e pressões elevadas.
As dinâmicas externa e interna da Terra contribuem para que as condições a que as rochas são sujeitas se alterem ao longo do tempo, fazendo com que se transformem continuamente, dando assim origem ao ciclo das rochas.
Sedimentogénese, diagénese, afundamento, metamorfismo, fusão, consolidação e afloramento.
Sedimentogénese.
Diagénese.
Afundamento.
Metamorfismo.
Fusão de rochas.
Consolidação do magma ou lava.
Afloramento.
8.2. Rochas em Portugal
Carta geológica
⤷ mapa com informações sobre as rochas de uma região e fenómenos que as afetaram
Ferramentas importantes para a elaboração de cartas geológicas
⤷ carta topográfica (apresenta o traçado do relevo)
⤷ fotografia aérea
⤷ bússola
⤷ GPS
⤷ microscópio (para análise de amostras de rochas, minerais e fósseis)
Áreas científicas relacionadas com a elaboração de cartas geológicas
⤷ petrografia
⤷ geoquímica
⤷ paleontologia
Rochas que predominam no Norte
⤷ magmáticas plutónicas (granitos e dioritos)
⤷ metamórficas (xistos)
Rochas que predominam no Alentejo
⤷ metamórficas (xistos)
Rochas que predominam no Algarve
⤷ sedimentares (calcários e arenitos)
Rochas que predominam na Madeira e nos Açores
⤷ magmáticas vulcânicas (basaltos)
8.3. Aplicações das rochas
Formas de exploração de recursos geológicos
⤷ pedreiras
⤷ minas
Aplicações de rochas
⤷ granito → construção de edifícios e calcetamento
⤷ xisto → construção de edifícios
⤷ ardósia → revestimento de fachadas e telhados
⤷ mármore → construção de monumentos e estátuas
⤷ calcário → construção de monumentos e calcetamento
⤷ areia → vidro
⤷ argila → fabrico de porcelana, louça de barro e telhas
⤷ sal-gema → alimentação e conservação de alimentos
Aplicações de minerais
⤷ ferro → fabrico de ligas metálicas, construção de edifícios e pontes
⤷ lítio → produção de pilhas, baterias elétricas e lubrificantes
⤷ cobre → fabrico de cabos elétricos e moedas
8.4. Exploração sustentável dos recursos geológicos
Impactes negativos da exploração de recursos geológicos
⤷ poluição
⤷ alteração das paisagens
⤷ destruição de habitats
⤷ risco de esgotamento
Exploração sustentável de recursos geológicos
⤷ minimizar o desperdício
⤷ reciclar materiais
⤷ investimento em recursos alternativos
9. Atividade sísmica
9.1 Sismos
Sismo (ou tremor de terra)
⤷ movimento vibratório da litosfera provocado pela libertação de energia
Origem dos sismos
⤷ vulcanismo
⤷ deslizamento de terras
⤷ abatimento de grutas
⤷ atividades humanas
⤷ movimentos tectónicos (principal causa)
Hipocentro (ou foco sísmico)
⤷ local no interior da Terra onde ocorre a libertação de energia
Epicentro
⤷ local à superfície, na vertical do hipocentro, onde os efeitos do sismo são sentidos com maior intensidade
Ondas sísmicas
⤷ forma como a energia se propaga
⤷ à medida que se afasta do hipocentro perdem energia
Maremoto
⤷ sismo com epicentro no fundo do mar
Tsunami
⤷ ondas gigantes causadas por maremotos
9.2 Registo e avaliação dos sismos
Sismologia
⤷ ramo da Geologia que estuda os sismos
Sismólogo
⤷ cientista que estuda os sismos
Sismógrafo
⤷ aparelhos que detetam ondas sísmicas
Sismograma
⤷ gráfico produzido pelo sismógrafo
Abalos premonitórios
⤷ sismos de menor energia que antecedem um sismo forte
Réplicas
⤷ sismos de menor energia que ocorrem depois de um sismo forte
Escalas de medição de um sismo
⤷ escala de Richter → mede a magnitude (energia)
⤷ escala Macrossísmica Europeia → mede a intensidade (efeitos)
Escala de Richter
⤷ escala aberta, sem limite superior
⤷ baseia-se no estudo dos sismogramas
⤷ objetiva, pois é independente do observador e do local
Escala Macrossísmica Europeia
⤷ escala fechada, de grau I a grau XII
⤷ subjectiva, pois dependente do observador e das infraestruturas do local
⤷ representa-se através de cartas de isossistas
Isossistas
⤷ linhas curvas que delimitam zonas de igual intensidade sísmica
9.3. Risco sísmico em Portugal
Efeitos dos sismos
⤷ queda de objetos
⤷ fissuras nas estradas
⤷ deslizamento de terrenos
⤷ destruição de infraestruturas
⤷ feridos e mortes
Fatores dos efeitos dos sismos
⤷ tipo e qualidade das construções
⤷ formas de relevo
⤷ densidade populacional
⤷ preparação das populações
A que se deve o risco sísmico em Portugal
⤷ deve-se à proximidade de limites de placas tectónicas (Africana, Euro-Asiática e Norte-Americana)
⤷ no caso dos Açores, situa-se no ponto de encontro dessas três placas
Como varia o risco sísmico em Portugal Continental?
⤷ de forma geral, aumenta de norte para sul em Portugal Continental
Regiões com maior risco sísmico em Portugal
⤷ Açores
⤷ Lisboa e Vale do Tejo
⤷ Litoral Alentejano
⤷ Costa Algarvia
Instrumentos que permitem estimar o risco sísmico de uma região
⤷ cartas de isossistas de intensidades máximas
⤷ mapas de risco sísmico
9.4. Previsão dos sismos e proteção das populações
Como pode a tecnologia minimizar os efeitos dos sismos
⤷ deteção precoce de sismos e de alerta rápido
⤷ construção antissísmica
O que fazer antes de um sismo
⤷ saber desligar a eletricidade e cortar a água e o gás de casa
⤷ ter um kit de emergência com estojo de primeiros socorros, lanterna, rádio portátil e pilhas
⤷ armazenar alimentos enlatados e água
⤷ fixar estantes e colocar objetos volumosos e mais pesados no chão ou em prateleiras mais baixas
O que fazer durante um sismo
⤷ em casa, abrigar no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa ou cama
⤷ não utilizar elevadores
⤷ ajoelhar e cobrir a cabeça com as mãos
⤷ na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água
O que fazer depois de um sismo
⤷ manter a calma e estar preparado para réplicas
⤷ desligar a água e cortar a eletricidade e o gás
⤷ não acender fósforos, isqueiros e não fumar
⤷ ligar o rádio e estar atento às indicações dadas pelas entidades de segurança
9.5. Distribuição dos sismos e vulcões na Terra
Principal origem dos sismos
⤷ movimentos tectónicos
Relação entre a dinâmica interna da Terra e a localização dos sismos e dos vulcões
⤷ a maior parte dos sismos e dos vulcões ocorrem sobre os limites das placas tectónicas
Principais zonas sísmicas e de vulcanismo
⤷ Anel de Fogo do Pacífico
⤷ Região média do Oceano Atlântico
⤷ Região Mediterrânico-Asiática
Movimento vibratório da litosfera provocado pela libertação de energia.
Vulcanismo, deslizamento de terras, abatimento de grutas, atividades humanas e movimentos tectónicos (principal causa).
Local no interior da Terra onde ocorre a libertação de energia.
Local à superfície, na vertical do hipocentro, onde os efeitos do sismo são sentidos com maior intensidade.
Através de ondas sísmicas.
Diminui.
Sismo com epicentro no fundo do mar.
Ondas gigantes causadas por maremotos.
Sismologia.
Sismólogo.
Sismógrafo.
Sismograma.
Abalos premonitórios.
Réplicas.
A magnitude (energia libertada pelo sismo).
A intensidade (efeitos dos sismos).
A escala de Richter é aberta, sem limite superior. A escala Macrossísmica Europeia é fechada,de grau I a XII.
Escala de Richter.
Escala Macrossísmica Europeia.
Linhas que delimitam zonas de igual intensidade sísmica.
Dependente do observador e das infraestruturas do local.
Queda de objetos, fissuras nas estradas, deslizamento de terrenos, destruição de infraestruturas, feridos e mortes.
Tipo e qualidade das construções, formas de relevo, densidade populacional e preparação das populações.
Proximidade de limites de placas tectónicas (Africana, Euro-Asiática e Norte-Americana). No caso dos Açores, encontra-se no ponto de encontro dessas três placas.
De forma geral, aumenta de norte para sul.
Açores, Lisboa e Vale do Tejo, Litoral Alentejano e Costa Algarvia.
Cartas de isossistas de intensidades máximas e mapas de risco sísmico.
Na deteção precoce de sismos e de alerta rápido e na construção antissísmica.
Saber desligar a eletricidade e cortar a água e o gás de casa, ter um kit de emergência com estojo de primeiros socorros, lanterna, rádio portátil e pilhas, armazenar alimentos enlatados e água, fixar estantes e colocar objetos volumosos e mais pesados no chão ou em prateleiras mais baixas.
Em casa, abrigar no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa ou cama, não utilizar elevadores, ajoelhar e cobrir a cabeça com as mãos.
Na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água.
Manter a calma e estar preparado para réplicas, desligar a água e cortar a eletricidade e o gás, não acender fósforos ou isqueiros, não fumar, ligar o rádio e estar atento às indicações dadas pelas entidades de segurança.
Na rua, ir para um local aberto, longe de edifícios, muros e postes de eletricidade que possam cair em cima, e longe das linhas de água.
Movimentos tectónicos.
A maior parte dos sismos e dos vulcões ocorrem sobre os limites das placas tectónicas.
Anel de Fogo do Pacífico, região média do Oceano Atlântico e região Mediterrânico-Asiática.
1.
a) Onda sísmica.
b) Hipocentro.
c) Epicentro.
d) Tsunami.
1. Sudoeste de Évora.
1.1. Onde o sismo teve maior intensidade à superfície.
1.2. Serpa e Barrancos (por exemplo).
2. A partir de inquéritos à população e da avaliação dos estragos causados.
3. “O sismo teve origem tectónica e resultou de uma falha normal na zona de interação entre as placas Euro-Asiática e Africana, com orientação NW-SE”.
4.
a) Santa Maria, Caldeiras da Ribeira Grande e Chã de Macela.
b) Graciosa e Rosais.
5. Sismógrafo.
1. Deve-se à proximidade de limites de placas tectónicas (Africana, Euro-Asiática e Norte-Americana).
2. De forma geral, aumenta de norte para sul em Portugal Continental.
3. Tipo e qualidade inferior das construções (ou maior densidade populacional ou falta de preparação das populações).
1.Movimentos tectónicos.
2. Açores, Lisboa e Vale do Tejo, Litoral Alentejano e Costa Algarvia.
3. (depende da região onde vive o aluno)
4. (depende da região onde vive o aluno)
5. As zonas com maiores intensidades máximas correspondem às zonas mais suscetíveis aos sismos.
6. A afirmação é verdadeira pois existe correspondência entre as zonas com maiores intensidades máximas com as zonas mais suscetíveis aos sismos.
7. Situa-se no ponto de encontro de três placas litosféricas: Euro-Asiática, Africana e Norte-Americana.
1.A localização da maior parte dos sismos é igual à da maior parte dos vulcões.
2. A maior parte dos sismos e dos vulcões ocorrem sobre os limites das placas tectónicas.
2.1. A atividade sísmica e o vulcanismo estão diretamente relacionados com a dinâmica interna da Terra (movimentos tectónicos que causam libertação de energia e ascenção de magma que origina vulcões).
3. Açores.
3.1. Situa-se no ponto de encontro de três placas litosféricas: Euro-Asiática, Africana e Norte-Americana.
10. Estrutura interna da Terra
10.1. Ciência e tecnologia no estudo do interior da Terra
Áreas científicas que contribuem para o estudo do interior da Terra
⤷ Sismologia
⤷ Vulcanologia
⤷ Astrogeologia
⤷ Petrologia
⤷ Mineralogia
Tecnologias usadas no estudo do interior da Terra
⤷ sismógrafos
⤷ sondas geológicas
⤷ satélites
⤷ magnetómetros
10.2. Métodos para o estudo do interior da Terra
Métodos diretos
⤷ observação direta de material do interior da Terra
⤷ apenas permitem conhecer a parte mais superficial da terra
exemplos de métodos diretos
⤷ sismógrafos
⤷ sondas geológicas
⤷ satélites
⤷ magnetómetros

