Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens ao longo do ano letivo de 2020/2021

 

Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens
ao longo do ano letivo de 2020/2021

 

 

contextualização

 

Educação em tempos de pandemia

Face à suspensão das atividades letivas presenciais, iniciada em 16 de março de 2020, decorrente da situação epidemiológica, as escolas reequacionaram os modos de ensinar e de aprender no contexto de um Plano de E@D, com o objetivo de assegurar que todos os alunos continuassem a aprender a partir das suas casas.

Para tal, a autonomia das escolas assumiu particular relevância e especial significado, enquanto condição essencial para que fosse possível definir e concretizar as respostas que considerassem mais adequadas às especificidades das suas comunidades educativas. Garantir o acesso equitativo às aprendizagens por parte de todos os alunos fora do espaço físico escolar, com base num diagnóstico das diferentes necessidades dos seus alunos, tornou-se, pois, o desígnio dos professores, corporizando a importante função social da escola neste contexto particular. Para este efeito, foram disponibilizados pelas escolas planos de trabalho, integrando aulas síncronas e atividades guiadas de trabalho autónomo, foram emitidos blocos pedagógicos através da televisão, foram entregues em casa dos alunos propostas de atividades, sempre com acompanhamento dos professores.

Da experiência adquirida, verificou-se, contudo, que nem sempre foi possível que todos os alunos desenvolvessem aprendizagens bem-sucedidas. Apesar dos vários modos como a escola, em tempos de pandemia, operacionalizou a intenção de chegar a todos os alunos, acentuaram-se as desigualdades sociais no acesso ao currículo e à aprendizagem, por motivos vários. As situações de dificuldade no acesso às tecnologias digitais, o tipo de acompanhamento de que dispunham em casa, a insuficiente autonomia e autorregulação, a faixa etária em que se encontravam, entre outras, limitaram ou mesmo impediram as aprendizagens, reduzindo o sucesso educativo de alguns alunos. Importa, assim, que no ano letivo de 2020/2021 se equacione, desde logo, a recuperação das aprendizagens não realizadas/ consolidadas no ano letivo anterior, bem como se redefinam estratégias de ação que permitam chegar a todos os alunos, a partir de um diagnóstico preciso e através do desenvolvimento da escola como um ecossistema de aprendizagem, quer se trate de um contexto presencial, misto ou não presencial.

Para apoiar as escolas neste trabalho, o presente documento integra orientações tendo em vista o desenvolvimento de aspetos centrais para a recuperação ou a consolidação das aprendizagens, no ano letivo de 2020/2021, ilustrados com exemplos adequados ao atual contexto. As orientações que se apresentam têm por base os documentos curriculares – Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA) e as Aprendizagens Essenciais (AE), as AE dos Cursos Profissionais e dos Cursos Artísticos Especializados, bem como a Resolução do Conselho de Ministros n.º 53-D/2020, de 20 de julho.

 


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